terça-feira, 13 de novembro de 2012

Vontade de sumir...


AVISO: Se você ler isso e não entender nada do que eu escrevi, saiba que este texto está entupido de piadas internas, dedicatórias a pessoas que provavelmente você não conhece e que não são familiares para você. Este post foi um desabafo meu, e somente meu, de dentro de mim, então, provavelmente se você não é da minha turma da escola não vai entender. Mas, se quiser continuar lendo, continue, mas não diga que eu não avisei.

VONTADE DE SUMIR...

Às vezes eu tenho uma vontade muito grande de sumir. Sabe quando você está entediado ou sua vida não está lá aquelas coisas. Então, ultimamente tenho passado bastante por isso, quero sumir. Sério! SUMIR! Desaparecer sem deixar rastros, pra um lugar onde... Onde... Onde o que? Sinceramente não sei. Às vezes penso que eu queria sumir pra um livro, ser cavaleiro. Cavaleiro? Por favor, manejar espadas e lutar? Não é comigo!  Rei! Não... Rei não, não fui feito pra governar. Talvez um... Conselheiro de um rei. Sim. É isso aí. Ou então um mago! Melhor ainda! Pois bem, o que eu quero fazer é sumir! Pra um lugar bem diferente.
Acordo todos os dias e penso: "Ô vidinha chata! Escola, escola, escola... Escola e casa. Leio de vez em quando e nem faço mais o que eu quero fazer direito por causa da escola". É nessas horas que me dá vontade de sumir. Mas aí eu chego na bendita (ou não) da escola. Lá eu encontro meus amigos, a Nat (da Pampulha), a Luiza (do Iate), a Ester, a Maíra (do DVD), a Laura, A Victória, o Pedro, a Fran, a Dafne, a Ana Vitória e mais um MONTE de gente (não citarei o nome de todos, pois, somos muitos e eu gastaria tempo demais fazendo isso). E sabe... Com eles, esqueço todos os problemas nos quais eu acordei pensando. E aí mais tarde eu penso: "E não é que eu sumi!". E de fato eu sumi, não, minhas preocupações sumiram, meus problemas, as chatices da vida, tudo sumiu. Ou será que fui eu quem sumi? Ah! Sei lá! Não me importo! Só sei que quando eu chego na escola e me encontro com essa galera, mesmo que eu tenha ido triste pra escola, esqueço a tristeza e sorrio, esqueço os problemas e relaxo. Porque esse povo, meus amigos, têm a  capacidade de me fazer sorrir em qualquer momento, até mesmo quando eu choro (não é Dafne!).
E então, quando eu saio de lá, eu penso que minha vontade de sumir pra dentro de um livro acabou. Mas, eu descubro que não. Ainda tenho essa vontade, mas, agora, eu quero sumir e levar todo mundo junto. Levar todos os meus amigos, porque mesmo sendo um cavaleiro, mago, conselheiro ou qualquer outra coisa, eu não sou nada sem eles. NADA! Então, eu queria agradecer a todos vocês que fazem meu dia melhor, mais brilhante e mais feliz. Amo vocês pessoal!!!!


Poder


-Poder é uma coisa curiosa. Você gosta de charadas?
Disse Varys.
-Por que? Estou prestes a ouvir uma?
 -Três grandes homens estão sentados em uma sala: um rei, um sacerdote e um homem rico. Entre eles, está um mercenário qualquer. Cada homem faz uma oferta para ele matar os outros. Quem vive? Quem morre?
-Depende do mercenário.
-Mesmo? Ele não tem nem coroa, nem ouro, nem a preferência dos deuses.
-Ele tem a espada, o poder da vida e da morte.
-Mas se são os cavaleiros que têm o poder, por que fingimos que os reis têm todo o poder?
-Decidi que não gosto de charadas.
-O poder está onde os homens acreditam que ele está. É um truque, uma sombra na parede. E um homem bem pequeno pode produzir uma sombra bastante grande.

Trecho retirado do seriado e do livro a fúria dos reis de Geroge. R. R. Martin. 

Esse foi um trecho do livro que me marcou bastante, pois é um trecho um tanto enigmático e com um resposta ainda mais enigmática, mas, que me pôs a refletir sobre algumas coisas. Espero que achem interessante.